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Yamaha X-Max 400: Utopia?

3 Minutos de leitura

  • Publicado: 27/06/2013
  • Por: admin

<p>N&atilde;o faz tanto tempo assim, na verdade at&eacute; o in&iacute;cio dos anos 1990, no nosso mundo havia motocicletas e havia scooter. As motos eram atraentes, esportivas, divertidas, ainda que tamb&eacute;m existissem aquelas simples e meramente utilit&aacute;rias. Os scooter eram outra coisa, e bastavam dois adjetivos para eles: econ&ocirc;micos e pr&aacute;ticos. Esses dois segmentos seguiam assim at&eacute; que algu&eacute;m descobriu que dando a um scooter parte da &ldquo;alma&rdquo; de uma motocicleta, ele seria sucesso garantido.&nbsp;<br />
Essa ideia, &eacute; claro, nasceu na It&aacute;lia e acabou espalhando-se pelo mundo. Se voc&ecirc; era um adolescente nessa &eacute;poca, seguramente sonhou com os &ldquo;cinquentinha&rdquo; Aprilia SR e Yamaha Aerox, que tiveram algumas unidades importadas para o Brasil.</p>

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Entre os grandes, essa ideia demorou um pouco mais a aparecer, mas tamb&eacute;m chegou. A Yamaha, que na opini&atilde;o de muitos (inclusive na nossa) talvez seja a marca japonesa de alma mais latina, mostrou no come&ccedil;o dos anos 2000 que um scooter poderia ser n&atilde;o apenas atraente, mas tamb&eacute;m divertido, esportivo e muito pr&aacute;tico. Sim, estamos falando do T-Max 500, um modelo de retumbante sucesso mundo afora e que chegou a ser exposto pela marca no Brasil em alguns sal&otilde;es, mas que, infelizmente, nunca foi comercializado por aqui.&nbsp;</p>

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O fato &eacute; que a f&oacute;rmula foi t&atilde;o bem sucedida que pouco depois a marca dos diapas&otilde;es estendeu a receita aos scooter de 125 e 250 cm&sup3;, da linha X-Max. Quando todos pensavam que a Yamaha j&aacute; tinha uma gama completa de scooter, com os citados X-Max 125 e 250, o elegante, ou &quot;GT&quot;, Majesty 400 e o pr&oacute;prio T-Max, a marca surpreende ao apresentar mais um &quot;scooter emocional&quot; na categoria intermedi&aacute;ria. Conhe&ccedil;a o X-Max 400.</p>

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O motor completo &eacute; o mesmo do Majesty 400 com 1 cv a menos e um escape menor e de design mais atual. Trata-se de um propulsor moderno, muito suave (possui eixo balanceador) e que agrada plenamente pelo desempenho que proporciona. A dist&acirc;ncia entre-eixos tamb&eacute;m &eacute; id&ecirc;ntica &agrave; do Majesty e, ainda que n&atilde;o conte com chassi de alum&iacute;nio como os irm&atilde;os mais sofisticados, o peso cheio ficou em razo&aacute;veis 211 kg gra&ccedil;as &agrave; bela economia em carenagens.</p>

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A suspens&atilde;o traseira n&atilde;o traz nenhum grande avan&ccedil;o tecnol&oacute;gico, mas a dupla de amortecedores cumpre bem a sua fun&ccedil;&atilde;o. Na frente, as bengalas s&atilde;o um pouco mais r&iacute;gidas que o ideal, contudo, no geral, o conjunto mostrou um interessante resultado em conforto sem prejudicar o comportamento em curvas ou quando rodamos com garupa. Em conjunto com as suspens&otilde;es, as rodas de 15&quot; e 13&quot; (dianteira e traseira, respectivamente) d&atilde;o conta de asfaltos de menos qualidade sem sobressaltos. A velocidade m&aacute;xima fica pr&oacute;xima a 150 km/h, o que capacita este modelo a encarar as melhores estradas sem dificuldade. A posi&ccedil;&atilde;o do piloto e de um eventual passageiro s&atilde;o impec&aacute;veis e permitem rodar por muitos quil&ocirc;metros sem cansa&ccedil;o, seja na cidade ou longe delas.</p>

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Ser&aacute; uma utopia sonhar com este modelo aqui no Brasil? Dif&iacute;cil dizer. O hist&oacute;rico da Yamaha do Brasil n&atilde;o &eacute; muito favor&aacute;vel nesse sentido, entretanto, sabemos que h&aacute; gente nova na marca e que sabe muito bem dessas car&ecirc;ncias. No Brasil, dentro dessa categoria j&aacute; &eacute; certo o lan&ccedil;amento do Maxsym 400i, mais um produto da taiwanesa SYM que ser&aacute; vendido em nosso pa&iacute;s pela Dafra. Al&eacute;m disso, vale lembrar que neste ano temos Sal&atilde;o Duas Rodas, e outras marcas podem preparar surpresas nesse nicho (por aqui, hoje restrito aos Suzuki Burgman) que atrai cada vez mais motociclistas mundo afora.</p>

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<strong>FICHA T&Eacute;CNICA</strong><br />
<strong>Motor</strong> Monocil&iacute;ndrico, 4T, arrefecido a l&iacute;quido, DOHC, 4 v&aacute;lvulas, c&acirc;mbio do tipo CVT com embreagem autom&aacute;tica centr&iacute;fuga e transmiss&atilde;o secund&aacute;ria por engrenagens <strong>Cilindrada</strong> 395 cm&sup3; <strong>Pot&ecirc;ncia m&aacute;xima declarada</strong> 32 cv a 7 500 rpm <strong>Torque m&aacute;ximo declarado</strong> 3,4 kgf.m a 6 000 rpm <strong>Di&acirc;metro x curso do pist&atilde;o</strong> 83 mm x 73 mm <strong>Taxa de compress&atilde;o</strong> 10,6:1 <strong>Quadro</strong> Tubular de a&ccedil;o <strong>Suspens&atilde;o dianteira</strong> Telesc&oacute;pica convencional, sem ajustes &nbsp;<strong>Suspens&atilde;o traseira</strong> Duplo amortecedor com ajuste de pr&eacute;-carga <strong>Freio dianteiro</strong> Disco Duplo, ventilado flutuante de 267 mm, pin&ccedil;as de pist&atilde;o duplo <strong>Freio traseiro</strong> Disco ventilado de 267 mm, pin&ccedil;a de 2 pist&otilde;es<strong> Pneu / roda dianteiro</strong> 120/70-15&quot;&nbsp;<strong>Pneu / roda traseiro</strong> 150/70-13&quot; <strong>Altura do assento</strong> 785 mm <strong>Entre-eixos</strong> 1 565 mm <strong>Peso cheio</strong> 211 kg <strong>Tanque</strong> 14 litros <strong>Pre&ccedil;o</strong> n&atilde;o divulgado</p>

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