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Royal Enfield está trabalhando em moto elétrica

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  • Publicado: 07/06/2018
  • Atualizado: 23/07/2018 às 18:51
  • Por: Carlos Bazela

A marca anglo-indiana Royal Enfield está trabalhando em um modelo totalmente elétrico. A especulação lançada pela imprensa especializada internacional foi confirmada pelo presidente da marca, Rudratej Singh. “Nós estamos trabalhando em uma plataforma elétrica para atualizar a ideia do motociclismo puro”, disse Singh.

Embora a parte do motociclismo puro que o executivo comentou nos remeta a uma moto de aspecto mais próximo do clássico, nada ainda é certo ainda sobre esse novo modelo da Royal. Pode vir uma custom de visual mais purista, como a T-Cruise da Tacita – que iria bem de encontro com a proposta da marca, aliás – até algo realmente futurista, como a Harley-Davidson LiveWire, conceitual como a Curtiss Zeus ou até radical como a EsseEsse9 da Energica. “O quanto nós precisaremos retrabalhar nossas plataformas para o futuro é algo que vamos descobrir e estamos trabalhando nisso. Ajudaria se conseguíssemos fazer com o que já temos, mas se for preciso, nós iremos criar novas plataformas”, comentou Rudratej Singh.

Os mais recentes lançamentos da Royal Enfield foram a Interceptor 650 e a Continental GT 650, que foram apresentadas no ano passado durante o EICMA, o Salão de Motos de Milão. Ambas equipadas com o novo motor bicilíndrico, de 648 cm³, OHC, com 8 válvulas, arrefecido a ar e óleo, cujos números de potência e torque, segundo a marca, são 47 cv e 5,3 kgf.m.

Já aqui no Brasil, a marca disponibiliza a Continental GT com motor monocilíndrico de 535 cm³, a Bullet 500 e a Classic 500, também disponível na roupagem Redditch e com a edição especial Pegasus a caminho. Outro modelo que deve chegar ao mercado a qualquer momento é a trail aventureira Himalayan, que já teve os primeiros emplacamentos registrados no País, provavelmente para homologação.

Será que já veremos a novidade sustentável da Royal em alguns dos grandes salões deste ano, como o Intermot, que acontece em outubro na cidade alemã de Colônia, ou o próprio EICMA, em novembro?

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