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Motos possibilitam mobilidade sustentável

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  • Publicado: 01/06/2010
  • Por: admin

<p><strong>Rafael Miotto, direto do Rio Centro, no Rio de Janeiro</strong><br />
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Com o objetivo de promover e discutir modos de tornam os transportes rodoviários mais e eficientes e menos agressivos ao meio ambiente, a Michelin trouxe a 10ª edição do Chalenge Bibendum ao Rio de Janeiro, RJ. Realizado no Centro de Convenções e Exposição do Rio Centro, o evento começou em 30 de maio e seu encerramento ocorrerá em 3 de junho. Entre yy nn7as novidades demonstradas, muitas apontam para veículos elétricos de duas rodas, como motos, bicicletas e até mesmo os segways.<br />
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<strong>Acelerando a Kasinski Prima Electra</strong><br />
Mostrado ao público durante o Salão Duas Rodas 2009, o Kasinski Prima Electra terá sua produção iniciada no próximo mês, em Manaus, AM. O scooter é impulsionado por um motor de 2.000 watts e pode alcançar uma velocidade final de até 60 km/h. “ Queremos criar a imagem de uma empresa diferenciada e este será o primeiro scooter elétrico produzido no Brasil”, disse Claúdio Rosa Jr., presidente da Kasinski.<br />
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Além de zero emissões de poluentes ao meio ambiente, o Prima Electra é capaz de trazer muita economia ao bolso de seu usuário já que, de acordo com a fabricante, o usuário irá gastar, em média, R$ 1,10 para rodar 50 km com a moto. Além disso, o custo do IPVA do scooter elétrico é 25% menor. “A motocicleta já ajuda muito na mobilidade e, atrelada à parte elétrica, tem tudo a ver com o tema da sustentabilidade rodoviária”, acrescentou Rosa Jr.<br />
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Nossa equipe teve a oportunidade de rodar com um modelo pré-série do Prima electra no decorrer do evento da Michelin. A primeira impressão sobre a motocicleta foi positiva e o resultado final está muito próximo aos scooter que existem atualmente no mercado brasileiro. Existem três opções de potênica: low, medium e high. Os nomes são auto explicativos e no high é possível sentir que a Prima Electra está um patamar acima de outros scooter elétriicos vendidos no Brasil.<br />
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Em relação à aceleração, parece existir um delay do momento em que se aciona o punho até a resposta do motor. Assim, em certas manobras deve-se ficar atento a está resposta demoradas. As suspensões também necessitam de um aprimoramento, pois recebem de forma seca os desníveis do solo. Contudo, algo que chamou a atenção foi o acabamento da Prima, apresentado bom conjunto.<br />
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Em relação ao espaço embaixo do banco, está ocupado pelas bateria de chumbo ácida de 48 v. Desse modo, a Kasisnki instalou um baú na traseira, para poder transportar objetos. O preço sugerido pelo Prima Electra é de R$ 5.290.</p>

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