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Levis Motorcycles renasce com café racer de motor V6

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  • Publicado: 31/07/2018
  • Por: Carlos Bazela

Levis, Levis Motorcycle, moto, Café Racer V6, café racer, exclusiva, britânica, moto inglesa, motor V6, seis cilindros, V10, motociclismo, Motociclismo Online, Revista Motociclismo, Goodwood Revival, TT, Tourist Trophy, TT Ilha de Man A Levis, marca britânica de motos extinta nos anos 1940 – e que não tem ligação com a grife de roupas famosa pelas calças jeans – está planejando um retorno grandioso aos holofotes com uma café racer equipada com um motor V6 de 1 200 cm³. De acordo com a fabricante, a moto, depois de pronta, deverá ter por volta de 120 cv de potência.  Eles ainda afirmam que o motor tem arquitetura modular e pode ser “esticado” para se tornar um V10 ou “encolhido” para um V2.

Desenhada por Steve Kirk, a moto traz linhas modernas e requintadas, que incluem um tanque em formato de meia-lua, suspensão traseira com monobraço e três ponteiras de escape de cada lado. A é feita sobre um quadro de aço inoxidável, tem garfo e comandos usinados em máquinas CNC e o câmbio também foi especialmente desenvolvido pelos engenheiros da Levis para atender ao propulsor. Segundo os fabricantes, desenvolver o câmbio é um passo importante para atender a outros modelos da linha, incluindo uma versão futura equipada com motor V10, que, aliás, era o projeto inicial.

A moto será lançada em 2020 para celebrar os 100 anos da primeira vitória da marca no famoso TT da Ilha de Man, mas Phil Bevan, o CEO que trouxe a Levis de volta à vida há dois anos, já pensa em outra versão da café racer. “Nós planejamos exibir versões pré-produção da Café Racer e da Urban Roadster no Goodwood Revival, que vai de 07 a 09 de setembro”, comentou. Para quem estiver interessado, a Levis já anunciou que o preço da moto, feita em edição limitada – ainda não se sabe de quantos exemplares – será de 102 mil libras (quase R$ 500 mil).

A Levis começou a produzir motocicletas com propulsores dois tempos em 1911, todos com até 250 cm³. Já em 1928, entraram os motores quatro tempos de capacidade cúbica maior, chegando até 496 cm³ na D-Special. Em 1940, cessou a produção de modelos de rua para focar em competições, mas isso não foi suficiente para manter a marca funcionando.

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