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Bananalama 2019 reúne mais de 4 mil trilheiros em SC

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  • Publicado: 12/07/2019
  • Atualizado: 12/07/2019 às 12:26
  • Por: Alexandre Nogueira

A 13ª edição do Bananalama foi realizada no último final de semana em Corupá, Santa Catarina. O evento bateu novamente o recorde de inscritos com mais de 5.000 participantes ansiosos para encarar a megatrilha de 60 quilômetros pelos bananais da região.

O festival já entrou para o Guinnes Book, o livro dos recordes, em 2013, quando reuniu pouco mais de 3.000 inscritos. Este ano, o Super Bananalama contou com a participação de trilheiros de 18 estados brasileiros, além de mais quatro países, Argentina, Uruguai, Paraguai e Chile.

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Divididos por categorias, foram registrados 4.609 motos, 332 quadriciclos e 90 UTVs, um crescimento de mais de 60% no número de trilheiros em relação às últimas edições. Dentre os 4.744 participantes, 287 eram mulheres, o que representa 5% do total.

Nem o clima polar intimidou os participantes! A temperatura chegou a beirar zero grau durante o show de freestyle de Fred Kyrillos em uma das noites do evento.

A convite da Honda, participei do Bananalama com a nova CRF 250F e tive o privilégio de estar junto com os pilotos da equipe Honda Racing de Enduro FIM, Bruno Crivilin, Gabriel Soares, Bárbara Neves e o chefe do time, o multicampeão Felipe Zanol, que me passou várias dicas sobre posicionamento e pilotagem da notável máquina da Honda para encarar trilhas, e que inclusive era a moto oficial 13ª edição do Bananalama, que ainda teve patrocínio da montadora japonesa.

A emoção já começa antes mesmo da largada, momento que todos fazem uma oração antes de partir para a trilha. Dado o sinal verde, os batimentos cardíacos aceleram e a emoção toma conta. Nunca havia andando junto com tantas motocicletas e realmente o deslocamento no asfalto passando pela cidade já demonstra a magnitude do evento, com pessoas na calçada na porta de suas casas acenando aos trilheiros e fotografando a “boiada” de motos passar.

Apenas quando chegamos na trilha pude entender realmente o significado do nome, pois, percorremos caminhos muito enlamaçados em meio aos bananais da região, com desafios de todos os tipos: ladeiras íngremes, verdadeiros poços de lama e alguns pequenos trechos com terra seca.

Para mim foi uma verdadeira escola e posso dizer que a pequena CRF 250F se apresentou com maestria devorando a trilha sem a menor dificuldade, com muita facilidade na tocada. Pelo caminho encontrei algumas motos dignas de Mad Max e alguns ainda levaram as esposas ou os filhos na garupa até mesmo com motos nada apropriadas para trilhas, mas o importante é apenas participar e se divertir no passeio.

O final foi digno de uma competição e no ponto de chegada passávamos por um totem onde recebemos uma bebida para matar a sede e repor as energias. Foi tudo tão perfeito que fui contaminado com o alto astral de todos os envolvidos. Já espero ansioso pela abertura das inscrições para participar no ano que vem!