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Jorge Lorenzo comenta diferenças entre Honda e Ducati

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  • Publicado: 08/01/2019
  • Atualizado: 08/01/2019 às 13:35
  • Por: Carlos Bazela

Jorge Lorenzo comenta diferenças entre Honda e Ducati

Os testes de inverno da pré-temporada da MotoGP já estão a todo vapor na Europa e Jorge Lorenzo, recém-chegado à Repsol Honda depois de duas temporadas conturbadas na Ducati, aproveitou para falar um pouco ao site oficial da equipe sobre suas expectativas na “casa” nova e também as diferenças entre guiar as duas máquinas de motor V4 mais poderosas do grid na atualidade: a Desmosedici GP e a RC 213V.

“Na última temporada, eu pilotei uma moto completamente diferente. Era muito grande e muito alta. Talvez até um pouco grande demais para mim. A Honda me acomoda melhor em termos de dimensões. É mais compacta, menor e mais baixa e eu inclino melhor. Com ela, eu me senti mais confiante ao entrar nas curvas, porque quanto mais perto você está do chão, mais confiança você tem. A minha primeira impressão foi positiva e vi muito potencial nela”, disse o piloto de 31 anos.

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Jorge Lorenzo comenta diferenças entre Honda e Ducati

Quando o assunto foi a nova equipe, o espanhol foi, claro, só elogios. “Estou muito orgulhoso de fazer parte dessa família e contribuir para fazer o time ainda mais forte”. E ainda teve direito a uma possível indireta para a Ducati. “O grau de resposta do time Repsol Honda, foi uma das coisas que mais me impressionou. Eles te fornecem o que você precisa”, disse Lorenzo.

“A Honda tomou nota de todas as minhas indicações e dentro de poucos dias eles já tinham tudo pronto – e nós um tanque de combustível que já estava quase 100% do meu gosto”, comentou o piloto sobre as alterações feitas na moto após os testes de Valencia e Jerez.

Jorge Lorenzo comenta diferenças entre Honda e Ducati

O tanque da Desmosedici GP foi um dos principais problemas de Jorge Lorenzo na Ducati em 2018 e o próprio piloto chegou a declarar que não era ouvido pelos engenheiros da marca italiana. Depois da instalação de um prolongamento no tanque, o espanhol ganhou consistência em suas corridas e venceu três etapas, sendo a primeira delas justamente no autódromo de Mugello, na Itália.

Para encerrar, Lorenzo ainda foi bem franco sobre seu relacionamento com o patrício – e atual campeão – Marc Marquez dentro do box da Honda. “Nós vamos pressionar um ao outro. Eu vou querer derrota-lo e ele vai querer me derrotar. E isso sempre faz o time crescer e ainda ajuda a desenvolver a moto tecnicamente”, finalizou. O Mundial de Motovelocidade volta em março, com o Grande Prêmio do Catar no dia 10.