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Competições
Francês da KTM vence primeira etapa do Sertões

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  • Publicado: 19/06/2008
  • Por: admin

<p>Longas retas, piso de areia batida e paisagens agrícolas. Com 272 quilômetros — 184 deles cronometrados — a primeira etapa da 16ª edição do Rally Internacional dos Sertões foi perfeita para testar equipamentos entre Goiânia e Rio Verde, no Estado de Goiás, nesta quarta-feira.</p>

<p>Nas motocicletas, o mais rápido do dia foi o francês Cyril Despres (KTM). Já nos quadriciclos, brasileiro Carlo Collet foi o melhor, de acordo com os resultados extra-oficiais.</p>

<p>A motocicleta Yamaha WR450 de Juca Bala pegou fogo no início do trecho. “Eu estava uns 150 km/h quando passei por um buraco. Continuei acelerando, mas percebi que a moto perdeu o rendimento. Quando olhei para trás, vi as chamas dominando a moto porque estorou o tanque de gasolina traseiro e o líquido caiu no escapamento”, contou Juca Bala, avaliando o prejuízo, entre motocicleta e preparação, em R$ 100 000.</p>

<p>Cyril Despres quase teve o mesmo problema de Bala.  Ele percebeu algo de errado em seu pneu e tirou a mão, para poupar o equipamento. “Parei duas vezes para olhar o pneu e acabei diminuindo o ritmo. Não queria correr o ritmo e acabou dando certo”, comentou o vencedor do Sertões em 2006.</p>

<p>O melhor brasileiro na primeira especial das motos foi o atual campeão José Hélio (Honda), que ficou em quarto lugar após largar em 15º. David Casteu (KTM), da França, completou a etapa em segundo, seguido pelo chileno Francisco “Chaleco” Lopes (KTM). “Foi um dia `light` e atípico no Sertões, pois teve longas retas e apenas um tipo de piso. Sofri na poeira, mas fiquei satisfeito por ser o primeiro brasileiro e já estou na liderança da categoria Production até 450 cilindradas”, comentou Hélio. </p>

<p><strong>Segunda etapa</strong></p>

<p>A caravana do rali larga de Rio Verde com direção a Aruanã, ainda no Estado de Goiás, nesta quinta-feira. O dia inclui 482 quilômetros no total, sendo 78 de deslocamento inicial, 222 de trechos cronometrados e mais 182 de deslocamento final.</p>

<p>Os primeiros 40km da especial são travados, já que a região é de serra e possui muitas erosões e pontes de terra com vão central. No final, os competidores terão pela frente piso de piçarra e estradas de fazenda, nas quais a ultrapassagem é facilitada. Haverá mata-burros danificados, travessias de rios e muita exigência na navegação.</p>

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